19 3815.6414

O empreendedorismo vem mudando ao longo das gerações. Para acompanhar e estar sempre por dentro destas mudanças, os empreendedores de Mogi Mirim e região, estão se reunindo por meio do MInE e do Módulo Office para conversar e dividir idéias sobre o assunto.

A principal pauta que estamos adotando no momento é a melhoria do nosso ecossistema empreendedora para podermos ter mais abertura e espaço no mercado para micro e pequenas empresas, principalmente as novas startups.

Segundo Steve Blank, empreendedor em série do Vale do Silício e um acadêmico de empreendedorismo, “uma startup é uma organização formada para a busca de um modelo de negócios escalável e repetitivo”. Temos como exemplos o Google e o Buscapé, que se tornaram grandes empresas no setor de busca e cujo modelo de negócio é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca, ou seja, geram valor aos seus clientes sem um aumento significativo dos custos. Nem sempre as startups são do ramo tecnológico, mas utilizam do benefício da tecnologia e informação para aumentar seu público consumidor.

A construção de um ecossistema e uma comunidade empreendedora, depende de muitos fatores e agentes diferentes. Como fatores podemos citar a colaboração, networking, eventos, mão de obra qualificada, capacitação e investimentos. Para esses fatores ocorrerem precisamos dos agentes considerados de ‘hélice tríplice” que são o governo (municipal, estadual ou federal), a academia (instituições de ensino superior) e o mercado (empreendedores). A grande dificuldade da hélice tríplice é a sincronização, por causa de suas durações diversificadas como a troca de governo de 4 em 4 anos, ou duração da graduação de 2 a 5 anos e até então a estabilização de uma empresa no mercado que varia de 3 a 5 anos.

A dessincronização prejudica os empreendedores a cresceram no mercado, consequente diminuindo a quantidade de empregos para recém-formados e fazendo com que o governo tenha menos arrecadamento. Formando um ecossistema funcional, para longo prazo, a tríplice pode crescer e prosperar, trazendo benefícios para toda comunidade envolvida a ela.

Conforme Matt Montenegro afirma em seu site “Vida de startup”, “Uma cidade de menor porte quase sempre sai ganhando quando a mesma possui a infraestrutura mínima para se desenvolver startups. Cidades menores são mais aconchegantes, costumam ser mais hospitaleiras, o custo de vida é mais baixo e as pessoas tendem a ser mais amigáveis. Por esse lado, uma cidade com menor dimensão pode ter um encaixe melhor para o desenvolvimento de um ecossistema de startups.” Há uma procura de estabilização de empresas em cidades do interior por tais fatores citados por Montenegro, mas se a cidade não estiver preparada para receber esses novos negócios, os empresários irão procurar outros lugares que possuem toda infraestrutura para fornecer a eles.

Utilizando Mogi Mirim como exemplo, podemos destacar a proximidade da cidade com grandes centros comerciais como São Paulo e Campinas, e a proximidade com o sul de Minas Gerais, a consolidação de empresas na cidade se torna satisfatória para novos empreendedores.

Formando o coletivo de empreendedores por meio do MInE, além de agregar conhecimento, trocar experiências e compartilhar vivências do mundo dos negócios, podemos transformar a cidade em um polo de inovação e empreendedorismo com reconhecimento na região por empresas diversas.

Se você se interessa em saber mais sobre a propostas do MInE entre em contato conosco pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (19)9.9656.4729 – Mariana Guarnieri.


Saiba Mais